Sou um felino doméstico. Vagabundo ou não, ando por aí.
Adoro muros e telhados alheios.
Namoro de madrugada – a lua e a gata.
Faço poesia e muita prosa.
Sou cinzento na cor e colorido na alma.

18/10/2014

Asas







O sabiá cantava na copa da árvore
Cantava sem parar
- Será que ele não cansa de tanto cantar?
Perguntou o menino ao seu pai
- Não cansa não. Cansaria se estivesse preso
engaiolado como um condenado
Respondeu o homem ao menino
O sabiá cantava, saudava a liberdade
no mais alto dos galhos
e no chão agarrado a mão de seu pai
o menino o imitava por ser livre também.


Um comentário:

Nidja Andrade disse...

Olá, tudo bem? Gostei da foto do gatinho. Vc esteve no meu blog comentou e excluiu. ???? AbraçO